Mostrando postagens com marcador Poemas. Mostrar todas as postagens
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30 janeiro 2012
Pôr do Sol e Saudades
Preencho o meu pôr do sol,
As minhas horas,
Os meus séculos
Com saudades de fim de tarde!
Vens sorrindo estrelas
E anuncias luares de Janeiro...
Contemplo-te deste lado das horas tardias
E vejo-te no espelho da ausência.
Para lá do infinito da minha alma,
Construo a ponte que me leva a ti
E agarro a mão
Que me faz atravessar oceanos de carinho!
Na orla do meu caminho para ti,
Rompo a queratina do tempo
E a cartilagem da dor,
Toco-te a serenidade,
A tua linha de horizonte que desconheço
E encontro afagos,
Vontade de encher vazios,
Asas de ternuras
Entranhadas na ausência!
Autor: Goreti Dias
Ler mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=20914#ixzz1kwrusiIs
09 junho 2011
Chuva me Beija
Já havia observado as nuvens de manhã
O vento frio congelando as minhas mãos
Os pequenos pingos atingindo o meu rosto
E pela noite, a chuva caiu bem forte.
Onde está o meu guarda-chuva?
Não há uma casa pra me abrigar.
Não há uma capa pra me proteger.
Vou deixar a chuva me beijar, até o sol chegar.
Anonimo (LastFm.com)
Chocolate Quente
Nesse tempinho frio, que tal um chocolate quente!!!
Chame um amigo, pais, irmãos ou como estamos chegando perto do Dia dos Namorados, a companhia de um grande amor!!
Olá Pessoal!!!
Olha eu aqui novamente,
Quero dizer a vocês que continuo na minha correria com as coisas da faculdade, provas, trabalhos, apresentações e por ai vai no caminho de um estudante universitário. Mas não posso deixar de postar para meus amigos e visitantes.
Deixo aqui um poema de chuva, que encontrei no Last Fm. Por estar num clima (amo tempo assim rsrs) bem propício para tal, não há nada para esquentar melhor do que um chocolate quente na copanhia de alguém especial.
Forte abraço a todos!!
28 maio 2011
When It's cold!
It's cold Today!
When it's cold in cold weather, for me it's like nice,
Because for my being appropriate to the existence of things
The natural is nice just to be natural.
I accept the difficulties of life because they are the destination,
Accepted as the extreme cold in the winter high -
Calmly, without me complaining, as one who merely accepted,
And it finds a joy in the fact accepting -
In fact scientific and sublimely difficult to accept the inevitable natural.
What are the diseases to me that I have and the bad that happens to me
Otherwise the winter of my person and my life?
Winter irregular, whose laws of appearance unknown,
But for me there because of the same fatality sublime,
Just unavoidable externality to me,
That the earth's heat high in the summer
And the cold earth on top of winter.
Accepted by personality.
I was born like any other subject to errors and defects,
But never the mistake of wanting to understand others,
Never the mistake of wanting to understand just ran the intelligence,
Ever to defect to claim the World
What would any thing that was not the world.
Fernando Pessoa
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-Olá Pessoal, estou eu aqui em clima de mudança, e sem muito tempo disponível para
novas postagens no blog, pois isso hoje faço uma homenagem aos visitantes americanos de meu blog. A antiga postagem do poema de Fernando Pessoa ! (P.S tradução Google)
Forte abraço a todos!
-Hello Guys, I'm here on climate change, and without much time for new blog posts, do it today because a tribute to American visitors to my blog. The old post from Fernando Pessoa's poem! (P.S. Google translation)
Big hug to everyone!
14 maio 2011
Quando está FRIO
Quando Está Frio no Tempo do Frio
Quando está frio no tempo do frio, para mim é como se estivesse agradável,
Porque para o meu ser adequado à existência das cousas
O natural é o agradável só por ser natural.
Aceito as dificuldades da vida porque são o destino,
Como aceito o frio excessivo no alto do Inverno —
Calmamente, sem me queixar, como quem meramente aceita,
E encontra uma alegria no fato de aceitar —
No fato sublimemente científico e difícil de aceitar o natural inevitável.
Que são para mim as doenças que tenho e o mal que me acontece
Senão o Inverno da minha pessoa e da minha vida?
O Inverno irregular, cujas leis de aparecimento desconheço,
Mas que existe para mim em virtude da mesma fatalidade sublime,
Da mesma inevitável exterioridade a mim,
Que o calor da terra no alto do Verão
E o frio da terra no cimo do Inverno.
Aceito por personalidade.
Nasci sujeito como os outros a erros e a defeitos,
Mas nunca ao erro de querer compreender demais,
Nunca ao erro de querer compreender só corri a inteligência,
Nunca ao defeito de exigir do Mundo
Que fosse qualquer cousa que não fosse o Mundo.
Alberto Caeiro, in "Poemas Inconjuntos"
Heterónimo de Fernando Pessoa
Porque para o meu ser adequado à existência das cousas
O natural é o agradável só por ser natural.
Aceito as dificuldades da vida porque são o destino,
Como aceito o frio excessivo no alto do Inverno —
Calmamente, sem me queixar, como quem meramente aceita,
E encontra uma alegria no fato de aceitar —
No fato sublimemente científico e difícil de aceitar o natural inevitável.
Que são para mim as doenças que tenho e o mal que me acontece
Senão o Inverno da minha pessoa e da minha vida?
O Inverno irregular, cujas leis de aparecimento desconheço,
Mas que existe para mim em virtude da mesma fatalidade sublime,
Da mesma inevitável exterioridade a mim,
Que o calor da terra no alto do Verão
E o frio da terra no cimo do Inverno.
Aceito por personalidade.
Nasci sujeito como os outros a erros e a defeitos,
Mas nunca ao erro de querer compreender demais,
Nunca ao erro de querer compreender só corri a inteligência,
Nunca ao defeito de exigir do Mundo
Que fosse qualquer cousa que não fosse o Mundo.
Alberto Caeiro, in "Poemas Inconjuntos"
Heterónimo de Fernando Pessoa
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Hoje está frio, aqui!
Amo o frio, e um poema de fFernando Pessoa, vai bem agora!!
Abraço
15 agosto 2010
Um coração no Céu
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Atira o teu coração ao céu!
O amor não se vê na grandeza das aparências mas sim no segredo da sua simplicidade. Não se mede pelo tamanho das suas palavras mas sim pela grandeza dos seus silêncios.
O teu coração será vivo quando souber as suas certezas e conhecer os seus caminhos no meio de todas as jornadas do mundo.
O teu coração será vivo quando na realidade daquilo que és te fores percebendo como um dom. Não nasceste para receber mas sim para dares aos outros aquilo que és. Cada um de nós é uma riqueza imensa dentro de um projecto de amor, começado há muitos séculos, que passa pelo nosso coração e que continuará depois. Tudo o que nos resta é preencher o momento presente com a maior dose de amor que consigamos. É certo que a lógica do amor é diferente da lógica pura da razão. O amor tem as suas medidas até ser capaz de ser sentido sem medida.
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Que imagem vemos no céu????
Forte Abraço
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Que imagem vemos no céu????
Forte Abraço
27 setembro 2009
"Os Ceús do Tempo"

Contemplo minha própria vida gotejando
nas linhas que o destino traça
A vida é como o próprio tempo que me escapa
se acampando nos céus
que ele mesmo tinge e enlaça
Hoje... as nuvens nimbus, o vento forte
A vida segue o compasso da tormenta
Amanhã...o céu azul anil, o sol no horizonte
A vida brada no ritmo do dia claro que a acalenta
Se hoje, fechou-se o tempo
e a chuva torrencial destelha os bons pensamentos
aloja em lágrimas os meus desalentos
Amanhã, o dia se abrirá num manto azulado
E a vida irá sorrir sem a lívida lembrança
do que já foi tornado
nas linhas que o destino traça
A vida é como o próprio tempo que me escapa
se acampando nos céus
que ele mesmo tinge e enlaça
Hoje... as nuvens nimbus, o vento forte
A vida segue o compasso da tormenta
Amanhã...o céu azul anil, o sol no horizonte
A vida brada no ritmo do dia claro que a acalenta
Se hoje, fechou-se o tempo
e a chuva torrencial destelha os bons pensamentos
aloja em lágrimas os meus desalentos
Amanhã, o dia se abrirá num manto azulado
E a vida irá sorrir sem a lívida lembrança
do que já foi tornado
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"Respirem os ventos da mudança"
16 setembro 2009
****Quando Amanhece em Mim****

Quando em mim amanhece
sereno é o fôlego da reflexão
que meus sentimentos, aquece
salpicado de luz, pulsa o meu coração
Minhas vontades e segredos destelhados
se derramam como o sol em céu crepuscular
deixo-me vagar pelas vigas dos meus sobrados
contemplo uma alvorada que desponta em meu olhar
Nas trilhas que o destino esculpiu
não sei o quanto de mim ficou
cimentado nas lacunas do tempo
e o quanto de mim encontrou
a liberdade nas espirais do vento
não sei na inteireza, o que do meu ser fluiu
Sei apenas, que quando amanhece em mim
flores aromáticas espocam na alma
borboletas coloridas bailam, por fim
com admirável elegância e calma.
sereno é o fôlego da reflexão
que meus sentimentos, aquece
salpicado de luz, pulsa o meu coração
Minhas vontades e segredos destelhados
se derramam como o sol em céu crepuscular
deixo-me vagar pelas vigas dos meus sobrados
contemplo uma alvorada que desponta em meu olhar
Nas trilhas que o destino esculpiu
não sei o quanto de mim ficou
cimentado nas lacunas do tempo
e o quanto de mim encontrou
a liberdade nas espirais do vento
não sei na inteireza, o que do meu ser fluiu
Sei apenas, que quando amanhece em mim
flores aromáticas espocam na alma
borboletas coloridas bailam, por fim
com admirável elegância e calma.
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